domingo, 3 de dezembro de 2017

E agora?!

8 dias depois...

E agora?
Uma semana passou... E agora?
A festa está feita. Já cantamos os parabéns. Já partimos o bolo. Já agradecemos o que tínhamos a agradecer.Já agradecemos a quem tínhamos que agradecer. Já recordamos o que tínhamos a recordar. Já fizemos o que tínhamos a fazer. Já refletimos o que tínhamos a refletir. Já rezamos o que tínhamos a rezar.
Já?
Será que já passou?

Não! Desculpa mas então estamos todos enganados...
60 anos não se resumem num dia.
60 anos não se resumem a 1 mês antes.
60 anos não se resumem a uma festa bonita.
60 anos não se resumem a um bolo de aniversário.
Também faz parte mas não é, neste momento, o mais importante.
Se ainda não tinhas percebido, os 60ºANIVERSÀRIO da Associação de Acólitos de Peniche não acabou no dia 26 de novembro de 2017. Pelo contrário, foi nesse dia que começou realmente. Começou quando todos nós assumimos o nosso compromisso perante os outros acólitos, perante a nossa comunidade paroquial, perante o nosso Prior e, claro, perante Deus.

Pois é... EU comprometi-me. TU comprometeste-te. NÓS comprometemo-nos.
Será que ao fim de uma semana continuas a ser fiel ao teu compromisso? Será que durante este ano vais ser fiel ao teu compromisso?

Os 60 anos ainda agora começaram. Por isso... CORAGEM!
A Associação de Acólitos precisa de TI para continuar a sua/nossa história. (e eu também! ;) )

Mariana Rodrigues

 
 
 
Fotos: Gonçalo Maia

sábado, 25 de novembro de 2017

Monsenhor Bastos

Falta 1 dia…

“A minha opinião é suspeita porque uma associação como esta, mista, fui eu que a fundei. É natural que a associação esteja para mim como os filhos estão para o pai, pois quem meus filhos beija minha boca adoça. (…) Agora há grupos que ficam muito perto de nós porque o acólito é o colaborador do altar, é o colaborador íntimo da igreja. A associação de acólitos despertou e continua a despertar uma enormíssima confiança.”

Padre Manuel Bastos

(Entrevista para o Jornal Laus Deo)

A Associação de Acólitos só é como é porque teve e continua a ter como pilar 
fundamental o Monsenhor Bastos. 
Cada vez acredito mais que foi fundada, nos moldes em que está, com um enorme amor. 
Um amor que veio e continua a vir de Deus. Um amor que não pode ser destruído. 
Acredito que a Associação de Acólitos foi fundada por um Santo! Um Santo que fez tanto por ela. Fez tanto por nós!
Um Santo que confiou em nós. Um Santo que continua a confiar em nós. 
E nós? 
O que fazemos com esse amor? Com essa confiança? 
Damos-lhe continuidade? Ou não? 
Dar continuidade é fazer com que a nossa história continue… Fazer com que este amor 
continue a crescer e que chegue a toda a gente. Fazer com que essa confiança perdure. 
Ele confiava em nós. Perdão, Ele CONFIA em nós! Sim, porque ele olha e reza por nós, 
acredita! Se não… não seria a mesma coisa.

Monsenhor cumpriu a sua missão.

E tu? Estás disposto também a cumpri-la? 
Estás disposto a assumir perante toda a gente o teu compromisso?



Mariana Rodrigues

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Acolitado na minha vida

Faltam 2 dias...

"A Associação de Acólitos de Peniche 
foi o meu primeiro e entusiasmante espaço 
de participação activa na vida da comunidade paroquial.

Deus chamou-me ao serviço do altar 
por meio do meu irmão mais velho, acólito também ele.
Creio ter entrado para os acólitos há 50 anos... (ver ficha)
Fui sempre muito apoiado por meus queridos pais : 
cristãos muito comprometidos na fé. Militantes.

Foram muitos os momentos que me iniciaram 
com profundidade e humanidade (guiado por Mons. Bastos)
na espiritualidade e no apostolado que ainda hoje 
me inspiram e me guiam:
as celebrações da Eucaristia como encontro pessoal com Cristo, 
os esperados ensaios litúrgicos para o tríduo pascal, 
as procissões com as quais mostrava publicamente meu ministério, 
as reuniões de formação ao sábado à tarde na sede, 
as muitas actividades desportivas (hóquei em campo e futebol), 
os retiros espirituais e campos de férias no Verão, 
os encontros vicariais de acólitos, 
as quintas-feiras santas na Sé Patriarcal (buscar os óleos), 
os numerosos convívios... os trabalhos para tornar a sede atraente 
e os trabalhos a nível da Direcção da Associação, com outros companheiros.
Na Associação aprendi o serviço gratuito, desinteressado e alegre à comunidade!

A experiência do acolitado marcou tanto a minha vida 
que nunca mais deixei o altar!
Parabéns pelos 60 anos!
Obrigado por se lembrarem de mim no vosso Aniversário.
Faz bem ao missionário saber-se ainda recordado na paróquia-natal
e sentir-se parte da história onde mergulha suas raízes 
e do mar salgado que habita a alma.

Rui, irmão dos acólitos Possidónio e Álvaro"

Padre Rui Pedro


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Acolitado Feminino

Faltam 3 dias...

"Acolitar é para alguns uma vocação, para outros catequese, mas nunca é em vão. Servir a Deus no altar da Eucaristia é um previlégio. Previlégio exclusivo dos meninos durante muito tempo, no entanto, a tradição foi desmoronada em Peniche com a entrada das meninas na Associação de Acólitos em meados nos anos 80." 

Iveta Salvador
Jornal LAUS DEO

Obrigada! 
Obrigada pela ousadia!
Obrigada pela persistência!
Obrigada por a Associação de Acólitos ser uma associação mista!
Obrigada Monsenhor Bastos!
Obrigada! Obrigada! Obrigada!
Simplesmente obrigada!



Mariana Rodrigues

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Tens coragem?

Faltam 4 dias... 
"Ainda é preciso coragem?!
A coragem, tal como a esperança, parece estar em risco de desaparecimento súbito. Talvez seja melhor reformular um pouco. A coragem que está prestes a evaporar-se é a coragem certa. Aquela que nos permite avançar no caminho com a certeza de que não nos perderemos. A coragem que não se ouve nas bocas do mundo é, precisamente, aquela que nos faz falta. A coragem que não se vê nem se vislumbra é, exatamente, a necessária. Ainda é precisa, a coragem. Ainda é preciso coragem.
No entanto, o mundo parece estar inundado de uma coragemzinha triste e cabisbaixa. A coragem de fazer tropeçar quem se cruza no nosso caminho; a coragem de falar sem pensar (ignorando as consequências); a coragem de promoção do auto conforto (mesmo que isso signifique roubar o conforto alheio); a coragem para preferir palavras destrutivas, feias e magoadas (com o intuito de interferir com a paz de quem está à nossa volta); a coragem de cruzar os braços e tornar de pedra todos, e qualquer um, dos nossos gestos; a coragem de ignorar o sofrimento que se fez Casa nos olhos de quem está por perto; a coragem de não fazer absolutamente nada e de deixar tudo entregue aos logo-se-vê que vamos gritando todos os dias.
Lamento mas, a partir desta coragem, não nascem heróis. Se é esta a coragem que nos sobra, então acabo de dispensá-la. Dispenso a coragemzinha. E tu?!
Vais (e queres) encontrar espaço para:
A coragem que faz levantar os que caíram?
A coragem que faz esquecer a mágoa de ontem?
A coragem que prefere palavras bálsamo (em vez de palavras-seta) ?
A coragem para abrir os braços ao que ainda é preciso ser construído?
A coragem para os gestos que tranquilizam e acalmam?
A coragem para abraçar a dor que não é nossa?
A coragem para responsabilizar as nossas mãos pelo que falta ser feito?
É a essa a coragem que nos falta. A mim. A ti. Ao mundo. Essa que tem a forma de um raiozinho de luz e que vive, precisa e exatamente, no meio do coração de cada um."
Marta Arrais
20 de Setembro 2017

Que coragem andamos à procura?
Qual é a coragem que nos falta para enfrentar os problemas?
Será que já a temos?
Se já a temos, já a utilizámos para ajudar o outro?
Tens coragem para seres o motor da mudança? Para fazeres história?
Tens coragem para seres a força que a Associação de Acólitos precisa?


Mariana Rodrigues

terça-feira, 21 de novembro de 2017

"Era uma vez"

 Faltam 5 dias...

"Vamos, então, continuar a contar a História da Associação de Acólitos, do Movimento Litúrgico de Jovens, de Peniche, cujo nascimento acontece desde há 46 anos.

O começo do conto:«Era uma vez»; na publicação do anterior número da Revista «Laus Deo» foi, a traços largos, que esboçou a narrativa.

Vamos, agora, contar como despontou a ideia da designação de "Movimento Litúrgico de Jovens".

Com efeito, verificou-se aos poucos, que ser membro de uma Associação de Acólitos era frequentar uma boa escola de educação global, isto é: investir múltiplos valores cristãos, consequentemente humanos, por vida de homem ou mulher autêntica, com reflexos na vida privada e social.

E porquê? Porque o acolitado (Serviço Litúrgico), implica teor de vida exemplar, quaisquer que sejam as áreas do viver. O acólito(a) terá de ser exemplo na família, no trabalho, na escola, no recreio, no desporto etc., dará sempre nas vistas.

Sua área de aplicação, a zona do Altar, ao som da Palavra de Deus, na Comunhão Eucarística de Jesus Cristo e de todos os irmãos da Família Humana, confere-lhe uma realidade indiscutível, aos olhos da Fé. Sua túnica branca torna-se símbolo de revestimento divino, tornando o acólito(a) utente cativante.

O culto litúrgico da Palavra de Deus confere ao acólito(a) o hábito de acolher a Palavra de Deus, com respeito, dignidade, conforto, alegria.

O acólito(a) quando deixa o exercício do acolitado, quaisquer que sejam os motivos, guarda saudade do tempo de acolitar.

Acolitado e Liturgia revestem-se de tal incisão, que se poderá afirmar ser de marca.

E, como no começo do conto «Era uma vez», também agora acabo por verificar ser apanhado, nesta História da A.A. do M.L.J.P. surpreendido, porque me vejo a aprender, sempre mais e melhor o conto do «Era uma vez». Será que deva continuar?"

Padre Manuel Bastos
Jornal Laus Deo (7ª Edição nº6, Novembro 2003)


60ºANIVERSÁRIO

A nossa Associação de Acólitos celebra o 
60ºANIVERSÁRIO!!!

Por isso convidamos todos os acólitos e seus familiares a estarem presentes nas atividades que temos para celebrar 60 anos de história.


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

"Associação de Acólitos"

Faltam 6 dias...

"Uma «Associação de Acólitos», incorporando crianças, adolescentes, jovens e adultos, de ambos os sexos. Começou, já lá vão 45 anos, enraizada na Comunidade Paroquial de Peniche.
Não foi concebida A partir de um projeto pastoral elaborado e sistemático. À medida que íamos dando conta do acontecimento simpático, aliás também nos íamos dando conta de que navegávamos embarcados, com registo, à proa, a bombordo P. E. 1958. 
Com feição de sopro ameno, brando e agradável, de Espírito Santo, cientes de que Ele sopra quando, como e onde quer. E, assim, O.K....
Navegando discretos, para não fazer onda, ouvidos e olhos fitos no Farol do Cabo, acautelando naufrágio, seguros de que o Timoneiro, à Roda do Leme (Jesus Cristo), havia de continuar a enriquecer nossa intuição pastoral por uma associação de Acólitos, rumo cada vez mais definido, dando resposta às interrogações: porquê, para quê, para quem, como?
Entretanto, a pretextos vários, ano após ano, fomos intuindo ensaios de programas, regulamentos, projetos, estatutos, aclarando perspectivas de um Movimento Litúrgico para crianças, adolescentes, jovens e adultos, navegando rumo mar de Igreja, de exuberante escola de formação, a partir da Liturgia, cujos sinais ecoam Palavra de Deus, sonorizada na «aparelhagem da Igreja». 
(...)
E tu, membro da A.A., sê fiel. Repara: embarcação e tripulação deverão ser disciplinados. Porém não temerás, porque Timoneiro é Jesus Cristo!
Adeus.
Até ao próximo número se Deus quiser."

Padre Manuel Bastos
Jornal Laus Deo (7ª Edição nº5, Abril 2003)

Uma Associação que só existe, nos moldes em que está, porque o Espírito Santo iluminou este homem, que tanto amava a nossa Associação...

Acredito que ele olha por nós...


Mariana Rodrigues